TÚNEL DO TEMPO

sábado, 12 de outubro de 2013

Pedidos de Oração

Waguinho alerta sobre acusações forjadas contra a ADUD e afirma que a denominação está prevenida; Assista

 

Notícias Gospel em seu email


 

 
Waguinho alerta sobre acusações forjadas contra a ADUD e afirma que a denominação está prevenida; Assista

Após a prisão e condenação de Marcos Pereira por estupro, a liderança da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) tem sido exercida por um grupo de pessoas que acompanhavam o pastor nas decisões cotidianas.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Um desses líderes, o cantor Waguinho, gravou um vídeo demonstrando preocupação com eventuais armações contra a ADUD.
“Eu queria pedir a você que ore por nós. Por estarmos em um local público (uma igreja, um centro de recuperação), onde entram várias pessoas por dia, a qualquer momento, podemos ter aqui, alguém tentando colocar uma arma ou algum tipo de droga aqui dentro, para fazer mais uma acusação leviana contra esta igreja, os membros desta igreja e contra o nosso pastor”, disse Waguinho.
No vídeo, publicado no canal da ADUD no Youtube, o ex-pagodeiro afirma também que o trabalho da denominação tem alcançado e feito diferença na vida de muitas pessoas, como ele próprio, e diz que as acusações contra o pastor Marcos Pereira não devem ser tomadas como verdadeiras
Por Renato Vargens


A Síria, desde março de 2011 tem enfrentado uma severa guerra civil  o qual vitimou um número incontável de pessoas. As notícias são as piores possíveis, a  infraestrutura do país está totalmente abalada e a nação vive uma crise sem precedentes na história do país. As estatísticas dizem que desde o início dos conflitos mais de dois milhões de sírios ultrapassaram as fronteiras, indo para outros países.  Além disso, a guerra civil tem em muito afetado a  vida dos cristãos. Para nossa tristeza muitos perderam propriedades, empregos e entes queridos, alguns por conta dos constantes bombardeios, outros devido ao caráter religioso que a guerra tem tomado.  

A crise que assola o país, ainda hoje, provoca um sofrimento terrível ao povo da Síria, trazendo enormes desafios. Em particular, a comunidade cristã (cerca de 8% da população) paga um alto preço por viver em uma zona de guerra. Todos os dias, há ameaças de destruição e morte, completa. Essa situação tem incentivado cristãos a deixarem o país, conforme revela um pastor sírio: “Como cristãos, ouvimos abertamente, que não há lugar para nós aqui, e não nos sentimos bem-vindos, por ambos os lados (governo e rebeldes). Sentimos muito medo”. 

O pastor Mario Freitas da Missão MAIS ( Missão de Apoio a Igreja Sofredora) tem mobilizado a Igreja brasileira para juntos orarmos e agirmos em favor daqueles que sofrem na Síria. 

 Isto posto, quero incentivá-lo juntamente com sua igreja a rogar ao Eterno misericórdia, bem como a intervenção do seu Santo Espírito sobre milhões de pessoas que de forma bestial tem sofrido as agruras da guerra.

 Vale a pena ressaltar que com a guerra na Síria, radicais muçulmanos perseguem a igreja com maior veemência. A ameaça de invasão norte-americana prejudica os cristãos, que são vistos como representantes do ocidente em terra islâmica. Ore pela igreja sofredora naquela país! Se puder pare um minuto de sua atividade e interceda conosco neste momento.

Pense nisso!

Renato Vargens
Por Renato Vargens


 
 
 

PEDIDO DE ORAÇÃO URGENTE POR NOSSOS IRMÃOS INDIANOS








Aqui seu irmão em Cristo, da Índia, pedindo sua gentil oração pela minha família e pelas igrejas no distrito de Kandhamal (Phulbani), Estado de Orissa.
Meu amor e saudações a todos os meus queridos amigos em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, protetor de minha vida e família da morte.

Para informá-los, houve um terrível ataque às igrejas de nosso distrito. Quase todos os vilarejos cristãos foram destruídos, demolidos e queimados. Isso começou no dia 24 de agosto de 2008 e continua de mal a pior. Mais de 100 cristãos mortos, entre eles cerca de 30 pastores, foram mortos de forma brutal ou queimados vivos. Ninguém sabe quantos estão desaparecidos. Os corpos dos mortos estão espalhados nas florestas, montes e vilarejos distantes. Não há ninguém lá para enterrar os mortos. Pessoas são mortas na frente de seus familiares, esposas e filhos. Meninas são raptadas por gangues e queimadas vivas. Não tenho palavras para expressar a agonia e a dor das pessoas. Muitos livros poderiam ser escritos sobre a tristeza de seus corações partidos. Quase todas as igrejas foram arruinadas, demolidas e queimadas. Todos os vilarejos e casas cristãs estão completamente destruídos, suas propriedades foram saqueadas e todos os veículos, queimados. Milhares e milhares de pessoas pobres e inocentes, junto com suas crianças e velhos, correram para salvar suas vidas nas florestas e colinas, e mesmo ali suas vidas não estão seguras. Eles continuam sendo caçados pelos fanáticos hindus.





O toque de recolher vem desde 24 de Agosto de 2008. Sem transportes, sem mercados, parece que todo o distrito está parado e morto.

O último culto que realizei com os crentes de minha igreja foi no domingo do dia 24. No dia 25, recebi notícias de que atacariam a mim e à minha família, e destruiriam minha casa. Para salvar minha vida e a de minha família, deixei minha casa às 5h30m da manhã apenas com a roupa do corpo. Eu, minha esposa e meu filho de 10 anos nos abrigamos e escondemos com um amigo não-cristão. O terror estava por toda a parte em nossa pequena cidade. Com muita aflição e medo, nos abrigamos naquela casa. Assim que a noite caiu, ouvimos o som de pessoas da oposição correndo de lá para cá, gritando 'matem todos os cristãos.' Seu objetivo era matar todos os líderes e pastores.

Às 12h45m da noite recebi uma ligação de um irmão. Eles marcharam contra o prédio do meu escritório e, sem perder tempo, arrasaram minha casa com uma bomba. Confiscaram tudo e queimaram o resto das coisas, meu carro e todas as bicicletas. Então avançaram para a casa em que eu estava escondido e arrombaram a porta para pegar e matar nossa família. Graças a Deus, o dono da casa tomou uma atitude corajosa para me proteger, acabou agredido brutalmente.

Na manhã seguinte, com muito medo, eu, minha esposa Purnima e meu filho Comfort corremos para a floresta para nos salvar. Minha esposa é diabética. Eu os levei para a floresta, sem sabermos para onde estávamos indo. Um pastor e sua família nos encontraram naquela floresta. Permanecemos um dia inteiro ali e, ao anoitecer, andamos mais 10km mata adentro para ficarmos a salvo. Por quase cinco dias, o Senhor, com sua mão poderosa, nos protegeu naquela floresta. As pessoas de um vilarejo cristão próximo ficaram sabendo a nosso respeito e vieram nos ajudar trazendo comida. Ficamos sabendo que a floresta também não era nada segura. Com muito cuidado, chegamos ao acampamento de ajuda. Em cada um, de 5 a 6 mil pessoas. Não havia comida nem água, só doenças por toda a parte, crianças pequenas e muitos idosos já mortos. Foi um milagre dois motoristas não-cristãos de bom coração chegarem de 60km de distância com meu primo e nos salvarem da morte

Em cinco minutos, pela manhã, às 7h45m, eles nos atravessaram pelo campo dos opositores que queriam minha vida. Por sua graça e mão poderosa, Ele nos salvou. Graças ao seu santo nome, chegamos a um estado vizinho. Não sei o que fazer, peço sua gentil oração por minha família e também que todos vocês sustentem nosso povo e nossas igrejas em suas orações. As pessoas perderam sua esperança, não há apoio do governo, o terror está por toda a parte. Minha oração e confiança são que somente Deus, por sua graça, pode controlar a situação de morte e agonia.

Por favor, informe nossa condição a todo o povo de Deus para oração.
Que Deus abençoe a todos nós. Seu irmão

As fotos referentes a esse genocício na Índia, do e-mail anterior, estão neste site:


http://picasaweb.google.com/Abhiram.Singh/KandhamalGenocide?authkey=dZS10bfz0RA


Minha foto
Salvador, Bahia, Brazil




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Mais um absurdo no Brasil, Pastor Marcos Pereira foi condenado sem provas...

Pastor Marcos Pereira é condenado a 15 anos de prisão por estupro no Rio
 

Do UOL, no Rio
  • Uanderson Fernandes/Agência O Dia/Estadão Conteúdo
    O pastor Marcos Pereira da Silva em culto da igreja evangélica Assembléia de Deus dos Últimos Dias, no bairro de ÉdemO pastor Marcos Pereira da Silva em culto da igreja evangélica Assembléia de Deus dos Últimos Dias, no bairro de Édem
O juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, condenou o pastor Marcos Pereira da Silva a 15 anos de prisão por estupro. Segundo os autos, o crime foi cometido no final de 2006 contra uma seguidora nas dependências da igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias.
 
Marcelo Patrício, advogado do pastor Marcos Pereira, afirmou que vai recorrer da sentença. Segundo ele, a decisão é absurda. "É uma injustiça porque não tem nenhuma prova no processo. Parece que o direito penal foi rasgado para o caso dele", disse por telefone ao UOL. O advogado vai alegar que houve decadência do crime. "Pela nova lei, uma vítima teria seis meses para denunciar o estupro. Neste caso, o pastor Marcos não poderia ser processado porque o estupro teria acontecido em 2005. É uma questão já definida pelas cortes superiores."
Patrício também criticou a duração da pena. "O pastor é réu primário. Não existe pena de 15 anos para réu primário." O advogado prometeu recorrer até a cortes internacionais caso sua apelação à Justiça brasileira não seja acolhida. "Estou pensando até em ir para a Corte Internacional de Direitos Humanos. Para mim, o pastor Marcos Pereira é um preso político."

Prisão

Pereira está preso desde o dia 8 de maio no presídio do complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio. Em audiência à Justiça, o pastor negou o estupro e acusou pessoas ligadas à ONG AfroReggae de convencer a suposta vítima e outras que foram ouvidas a fazerem as acusações.

"Cadeia não tem como me segurar", diz pastor

Irmãos da ADUD choram com a injustiça feita contra seu pastor:

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Reporter Entrevista Pastor Marcos Pereira no presídio

"Cadeia não tem como me segurar", diz pastor acusado de estupros no Rio

Do UOL, em São Paulo
 
"A cadeia não tem como me segurar", disse o pastor Marcos Pereira, direto do presídio do complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, durante uma entrevista exclusiva ao repórter Roberto Cabrini, exibida na noite desta segunda-feira (2), no jornal "SBT Brasil". A defesa do religioso, acusado de estuprar mulheres de sua própria igreja, alega conspiração.
"Não me sinto preso. Me sinto um homem que está fazendo a vontade de Deus. Se fui conduzindo para um presídio, vou continuar fazendo o mesmo trabalho que faço", disse o pastor, que acrescentou: "Na hora que a trombeta tocar, o céu se abrir no Oriente e no Ocidente e um homem de branco descer, eu vou desaparecer."

  

Além das acusações de estupro, Pereira é investigado por envolvimento com o tráfico, lavagem de dinheiro e participação em homicídio. As investigações sobre o pastor começaram há pouco mais de um ano, a partir de acusações que o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, fez sobre o suposto envolvimento de Pereira com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Na entrevista, o pastor voltou a negar todas as acusações e chegou a dizer que nunca teve qualquer relação --mesmo que consensual-- com qualquer fiel. A defesa completou a afirmação de Pereira e disse que as vítimas teriam sido coagidas a prestar depoimento contra o religioso.
E quanto ao comando dos ataques contra a sede da ONG AfroReggae, no Complexo do Alemão (RJ) --que foi atribuído a ele pelo titular da Dcod (Delegacia de Combate às Drogas), Márcio Mendonça Dubugras--, Pereira também negou. "José Junior me acusa desde 2012, sem prova e sem conteúdo."

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

                              

     As mãos de Deus e as mãos dos homens



“Disse Davi a Gade: estou em grande angustia. Porem caiamos nas mãos do Senhor, porque muitas são as suas misericórdias; mas nas mãos dos homens não caia eu.
2º Sm 24.14



Ao olhar para este texto fico a imaginar, a coragem que Davi teve ao escolher cair nas mãos de Deus, visto que é horrenda coisa, porém no mesmo versículo temos a resposta, “muitas são as suas misericórdias”. Por mais irado que Deus fique seu amor é infinitamente maior, claro que consequências virão por causa do erro, mas mesmo assim seu amor sara as feridas.
Cair nas mãos do homem é pior, pois o homem geralmente não age com amor, mas com interesse, vingança.
Por mais grave o pecado Deus perdoa e não lança mais em rosto após o arrependimento,
O homem até perdoa, mas sempre lança em rosto.
Deus perdoa, reconstrói o vaso e continua a usar, o homem até perdoa, mas joga o vaso quebrado no lixo.
Pra Deus o que cai continua sendo filho, para o homem caiu vira bastardo.
Deus olha as lágrimas do arrependimento e retira a cobrança, o homem vê lágrimas e diz que é teatro.
O que peca paga o preço que for para receber o perdão e Deus recebe o sacrifício e perdoa,
O homem olha o preço alto do pecado e ainda diz que é muito pouco pra quem peca e só perdoa quando se satisfaz o seu desejo de vingança.
À pessoas que quando ouvem falar que fulano, bertano caiu, rasgam livros que a pessoa escreveu, quebram cds de pregação, louvor e chegam até a dizer que não era Deus que as usava e dizem se as mesmas se levantarem não as darão créditos nunca mais no que fizerem.
Deus diz: lembra quando te usava, estou com saudade de ti volta ao teu primeiro amor, pois vou te usar com mais poder, pois a gloria da segunda casa será maior que a primeira. (Apoc. 2.4-5)
Ainda bem que Deus não dá e nem empresta seu trono pra ninguém, pois ia ser uma verdadeira carnificina de crentes.
Com certeza Davi; é melhor cair nas mãos de Deus, pois muitas são suas misericórdias!!!




                                  Pastor James Janssen

quarta-feira, 26 de junho de 2013

ALERTA,ALERTA CRENTES!!!!!!!!!!!!!!! "disse Jesus: Esta casta só se expulsa por meio de oração e jejum"



Mateus 17.1-21


Como está sua vida de oração e jejum? Infelizmente não somente alguns crentes não veem necessidade de ter uma vida de oração e jejum como à pastores ensinando que essa pratica está ultrapassada e criticam os crentes que vivem no jejum e oração, chamando-os de santarrões e fanáticos. Mas observem que o Senhor Jesus nos mostrou a necessidade de nos prepararmos para a batalha. Não basta apenas dizer que somos invencíveis temos que nos armar e nos blindarmos para que possamos vencer, lembre-se a guerra Jesus venceu mas as batalhas temos que vencer .
 Ei você que brinca de ser crente se concerta, toma posição, deixa de ser crente nominal busca o poder de Deus e santifica sua vida pois satanás não brinca de ser satanás e nem seus adeptos brincam com ele. As imagens abaixo iram falar melhor do que minhas palavras; Veja e se coloque na posição para em Nome de Jesus as obras do diabo serem desfeitas e você entenderá o por que temos que nos preparar:



















Castas perigosas de demonios




Disse Jesus: Em meu nome Expulsarão demonios

















Efésios 6.12 e 1ª Pedro 5.8





sexta-feira, 14 de junho de 2013

Senador Magno Malta fala sobre irregularidades na prisão do Pr Marcos Pereira

Em uma reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, o senador Magno Malta se pronunciou sobre o caso do pastor Marcos Pereira e denunciou a falta de provas materiais contra ele, depois de acessar o inquérito sobre o pastor.
“Ninguém pode ir para a cadeia nesse país sem provas materiais”, afirmou ele, sobre o pastor que foi preso no dia 7 de maio, acusado de ter estuprado fieis de sua congregação.
Magno Malta relatou o encontro que teve com o delegado do caso, no Rio de Janeiro, em um estúdio onde fazia uma gravação, na última quinta-feira. O delegado levou até ele os inquéritos, os quais o senador classificou como “flácidos”, “sem consistência”, “sem base” e “sem provas materiais”.
O delegado que investiga o caso é Márcio Mendonça, responsável pela Delegacia de Combate as Drogas (Dcod). Os casos de estupro, no entanto, deveriam ter sido encaminhados para a Delegacia da Mulher, mas não foram.
“Ele tirou da delegacia de tóxicos, estupro é lei Maria da Penha, é na delegacia da Mulher, quem pede prisão ao Ministério Público, ao juiz, é a delegada. (...) O papel dele era oficiar a delegada da delegacia da mulher para que ela pudesse pedir essas prisões.”
“Como que um delegado de drogas pede prisão no lugar da delegacia da mulher?” Magno Malta, disse que questionou o próprio delegado, que teria admitido o erro.
Ao acessar o inquérito, o senador evangélico descobriu uma gravação onde os denunciantes planejam como iriam provocar a “destruição” do pastor Marcos Pereira.
Magno Malta ainda tentou reproduzir as falas: “leva a sua filha, manda ela falar que foi abusada, leva a sua mulher, fala que foi estuprada”. Segundo ele, os denunciantes também oferecem às ‘supostas testemunhas’,emprego, carro e casa.
Magno Malta afirma ainda que a denúncia era de 20 pessoas, entretanto, o delegado teria ‘pinçado’ apenas 5 depoimentos de 5 adultas falando de estupro.
“O Senhor ouviu as 20 vítimas, ‘não’ [resposta de delegado]. Por quê?”, disse Magno Malta, citando outros nomes envolvidos como “Rosinha”, “Martins”, “Kelly Silva” e até a esposa de Waguinho. Ele questionou ainda por que ele não falou com Waguinho que se encontra na congregação por 13 anos.
Segundo Magno Malta, uma denunciante foi querer desmentir se depoimento, alegando ter sido coagida, mas não foi ouvida. O senador ressalta que “falsa comunicação de crime é crime”.
“Uma denunciante vai ao cartório e registra, e vai ao delegado e ao juiz que ele não quer ouvir, dizendo ‘Eu menti porque eles me pediram, e eu estou arrependida.’”
“O juiz não quis ouvir, nem o ministério público e falsa comunicação de crime é crime, tá na lei.”
Magno Malta mostrou o DVD, onde se escuta a gravação dos denunciantes tramando contra Marcos Pereira, à Associação de Advogados de seu gabinete e disse que eles ficaram “horrorizados”.
“Chamei [também] a associação do ministério público e ficaram horrorizados, e chamei ontem o Calandra que é presidente da Associação dos Magistrados e ele disse isso é o fim do mundo isso, o que tá gravado.”
Tais pessoas, Magno Malta diz que não foram ouvidas e que nem estão no inquérito.
“Olha só que barbaridade, contra os direitos de alguém. Desmoralizando o povo, desmoralizando uma igreja. Em nome de que?” questiona.

Magno Malta criticou o promotor que, sem provas, pediu a prisão de Marcos Pereira, e o juiz que deu a prisão e ainda negou o habeas corpus.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Juíza condena ação da Polícia no caso do Pr. Marcos Pereira.

SR. PAULO RAMOS – Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, imaginei que não retornaria ao tema que vou abordar, considerando a grande dificuldade para encontrar na mídia uma repercussão compatível com a verdade. Não imaginei que voltaria a esta tribuna para tratar do caso que envolve o Pastor Marcos Pereira. Não imaginei.

Recebi, Sr. Presidente, a decisão da Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 40ª Vara Criminal, tendo em vista a solicitação que recebeu para quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que estariam fazendo parte de uma suposta organização criminosa chefiada pelo Pastor Marcos Pereira.

Sr. Presidente, tenho aqui toda a documentação e constato o seguinte, para rememoração:

(Lendo)

“O presente inquérito foi aberto no dia 1º de março de 2012, para apurar os fatos noticiados pelo jornal Extra, sendo comunicante o nacional José Pereira de Oliveira Junior, José Junior do AfroReggae, para apurar os atos praticados, ou supostamente praticados, pelo Pastor Marcos Pereira.”

Várias pessoas foram ouvidas. Dentre elas, a principal é o próprio José Júnior.

Sr. Presidente, no depoimento que ele presta na Delegacia é dito o seguinte: “José Júnior afirmou que soube, através de chefes do narcotráfico e líderes comunitários por ele conhecidos”. Somente esta afirmação já deveria ter feito com que a autoridade policial desse voz de prisão ao Sr. José Júnior. Como é que ele confessa uma relação íntima com chefes do narcotráfico, sem que pelo menos tenha sofrido a represália legal consequente?

Vem o segundo denunciante, também Pastor que rompera, à época, a sua relação com o acusado ou denunciado. É o Pastor Rogério Ribeiro de Menezes. Ele diz – e está aqui registrado – no depoimento que prestou à autoridade policial: “Que era produtor de eventos nas favelas, recebendo pagamento dos traficantes que variavam de cinco a vinte mil reais.” Como é que alguém chega a uma delegacia para prestar depoimento e diz que organizava eventos nas favelas e recebia o pagamento dos traficantes? Essa confissão deveria ter merecido imediata voz de prisão. Não! Nada foi feito.

Essas investigações estavam sendo levadas a efeito por uma Delegada de Polícia, Dra. Valéria Aragão. Vários outros depoimentos foram colhidos, sempre com o depoente, ou o denunciante, confessando a prática de crimes ou seus vínculos com o José Júnior, do Afroreggae.

Passados vários meses, já em 2013 – o inquérito foi aberto em março de 2012 -, fevereiro, março ou abril, não sei, assume a Decod, Delegacia de Combate às Drogas, o Delegado Marcelo Mendonça, e pede a quebra do sigilo telefônico, no que é acompanhado pelo Promotor de Justiça, Dr. Alexandre Murilo Graça, que imediatamente entende que as denúncias feitas por denunciantes que confessam a prática de crimes justificavam a quebra do sigilo. Isso, em 28 de abril de 2013.

A Juíza da 43ª Vara Criminal, ao negar o pedido – olha que é a Juíza, Dra. Cláudia Pomarico Ribeiro – diz o seguinte: “No caso em tela, em que pese a gravidade dos fatos narrada, não teve a investigação policial o seu curso regular. Ao invés disso, constatamos que o inquérito policial foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com a solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada. Veja bem que uma juíza de Direito reconhece que, mesmo tendo os prazos prorrogados pelo Ministério Público, para dar continuidade das investigações, a Delegada Valéria Aragão não tomou nenhuma providência. Aliás, eu soube, e denuncio aqui, que a Delegada não se submeteu às pressões de seus superiores, ou da Chefe de Polícia, para conduzir a investigação de forma tendenciosa. Mas, diz ainda a juíza: “…da mesma forma, verifica-se que a informação do policial sugerindo à autoridade representação por interceptação telefônica, data de 24 de julho de 2012, enquanto a representação somente foi formulada em 11 de abril de 2013, ou seja, quase nove meses depois, por outro delegado, aí sim, cumprindo as ordens superiores.

Assim, não há como ser deferida a medida pleiteada, eis que baseada em fatos já há muito distantes, depoimentos prestados há meses, não se sabendo sequer se os telefones correspondem às pessoas indicadas, a demonstrar a qualidade da investigação.”
 Por último, conclui a Dra. Cláudia Pomarico, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, “apenas exemplificativamente foi solicitada a interceptação telefônica em relação ao Sr. Luís Carlos Duarte Batista, conhecido como Carlinhos da Tinguá, pessoa já morta, conforme consta dos depoimentos”.

Então, eu, que não tenho vinculações com o campo chamado evangélico, eu, que nem conhecia o Pastor Marcos Pereira, já no ano passado, quando percebi a orquestração, mas conhecendo o Sr. José Júnior, me posicionei entendendo e cobrando uma investigação séria e isenta, porque qualquer cidadão tem que responder pelos seus atos, mas fui constatando que não havia uma investigação séria, mas uma perseguição, um linchamento, uma orquestração, com bases em interesses que, hoje, consigo identificar, inclusive, com o patrocínio do Sistema Globo, aliado do AfroReggae, que tanto mama nas tetas do Governo, aliás, como a Fundação Roberto Marinho também manda com o Telecurso e outros programas. Como são vários inquéritos, desmembrados ardilosamente, um inquérito caiu na mão de um juiz, que deferiu a queda do sigilo telefônico. É razoável, é óbvio que a quebra do sigilo telefônico, que tem proteção constitucional, deve tratar exclusivamente daquilo que interessa a investigação, não pode ser numa invasão de privacidade.

Li nos jornais, vi na televisão, diálogos atribuídos ao Pastor Marcos Pereira, com pessoas da igreja, diálogos – vou usar a expressão – obscenos. Ali, que ele responda eticamente junto ao campo religioso, mas diálogo obsceno não significa crime. Que ele responda, mas mesmo assim os diálogos obscenos não poderiam ter sido objeto da quebra do sigilo. Que o delegado, que o representante do Ministério Público, que eles tomassem conhecimento, mas eles não poderiam dar publicidade. A publicidade é crime! Não poderiam.

A Carolina Dieckmann teve suas fotografias, que ela própria disponibilizou na rede social, mas com os cuidados para quem estava remetendo, ela teve uma invasão de privacidade que se transformou em objeto de uma lei, porque alguém invadiu sua privacidade. Como uma autoridade policial, com o apoio do Ministério Público, do representante do Ministério Público, divulga, pela quebra do sigilo telefônico? E divulgou imagens também de diálogos privativos, que nada interessavam à investigação. Para alcançar o quê? Um convencimento em relação a outros procedimentos que ainda não estão comprovados.

Sr. Presidente, eu trago aqui esse documento e li para evitar, inclusive, que haja qualquer confusão. Não pode um cidadão ser submetido a um linchamento, através de uma investigação que não tem sustentação, luta por interesses diversos, ser acusado, ser massacrado e não estar sendo submetido a uma investigação isenta. Isto é uma orquestração que aniquila qualquer cidadão. Defendo o estado democrático de direito, os direitos e garantias individuais, o direito à privacidade, porque é claro que, assim como fazem e estão fazendo com o Pastor Marcos Pereira, fazem com qualquer cidadão, e isto já aconteceu no nosso País, isto tem acontecido no nosso dia a dia.

Sr. Presidente, quando alguém me procura e diz: “Mas você está defendendo?” Eu estou defendendo uma investigação isenta e trago aqui, portanto, a manifestação num processo da Dra. Claúdia Pomarico Ribeiro, Juíza de Direito da 43ª Vara Criminal, quando ela nega a quebra do sigilo telefônico de várias pessoas que gravitam ou gravitavam em torno do Pastor Marcos Pereira. Ela diz claramente que a investigação não seguiu seu curso normal. Ao invés disto constatamos que o inquérito policial – e tenho que reiterar isso – foi e retornou ao Ministério Público diversas vezes, com solicitação de prazo para a continuidade das investigações, sem que nenhuma diligência tenha sido realizada.

Quem estava conduzindo o inquérito, que envolvia, inclusive, estupro, era uma delegada, mulher. E a juíza que indefere, é uma juíza, mulher. Ao mesmo tempo, tenho que denunciar que o delegado que substituiu, Dr. Marcelo Mendonça, o delegado substituiu a Dra. Valéria, porque a Dra. Valéria não se submeteu aos constrangimentos profissionais, às ordens recebidas para conduzir de forma deturpada as investigações. E o delegado substituto, carreirista como deve ser, assumiu essa responsabilidade e agora pelo menos foi rechaçado, mesmo tendo o apoio do Ministério Público, pela Juíza da 43ª Vara Criminal.

Que pelo menos, Sr. Presidente, qualquer cidadão possa ter confiança nas investigações levadas a efeito pelas autoridades policiais. Nesse caso específico, o Decod, por quem está sendo dirigido tem demonstrado que não tem isenção e é capaz de tudo para promover o titular da delegacia, que deve estar buscando algum tipo de premiação.

Muito obrigado.
Fonte: Site da Alerj via Site do Deputado Paulo Ramos